I · José Carlos Priester · desde os anos 1970
Obras do artista
modernista
— acervo exclusivo.
Telas, desenhos e gravuras assinados por Zico Priester. Acervo raro, crítico e moderno, com envio para todo o Brasil.
Há mais de cinco décadas, Zico Priester desenha o Brasil que poucos têm coragem de olhar. Modernista por formação, sarcástico por instinto, arquiteto por ofício. Esta página é um arquivo aberto — e um convite para levar uma obra rara para casa.
Acervos raros raramente atravessam gerações.
Boa parte da arte produzida no Brasil dos anos 1960 e 1970 ficou guardada em ateliês, gavetas e galerias fechadas. Para quem busca peças com densidade histórica, o caminho costuma ser longo, caro e cheio de intermediários.
Arquitetos, decoradores e colecionadores curiosos terminam optando por reproduções decorativas — quando poderiam viver com uma obra que carrega um país inteiro dentro dela.
Sem leiloeiro. Sem galeria intermediária. Direto do artista.
Telas grandes, desenhos a nanquim e gravuras assinadas, vindas do acervo pessoal de Zico Priester. Você conversa com a curadoria oficial de quem assinou a obra.
Diversas obras. E muitas histórias.
Fale com a curadoria oficial do Zico, para adquirir a sua obra favorita.
Cada obra é única. Disponibilidade confirmada no atendimento.
Arquiteto. Músico. Cronista visual.

- 1940sOrigens paulistas
Infância e formação em São Paulo. Os primeiros cadernos de desenho.
- 1970sArquitetura & editorial
Ilustra a Revista Veja em 1973 — a ocupação da Amazônia durante o regime militar.
- 1980 – 90sMúsica & cidade
Design gráfico, música e projetos urbanos. Atravessa décadas como observador crítico.
- HojeAcervo aberto
Pela primeira vez, o acervo pessoal é apresentado diretamente ao público.
Quatro passos, sem fricção.
- 01Escolha uma obra
Navegue o acervo e selecione a peça que conversa com você.
- 02Converse com o artista
Atendimento pessoal pelo WhatsApp ou direct no Instagram.
- 03Reserve com sinal
Confirmação, certificado de autenticidade assinado pelo próprio Zico.
- 04Receba em casa
Embalagem técnica e envio para qualquer cidade do Brasil.
"Um refresco conhecer a obra e o artista Zico Priester. Uma arte consistente que vem de longa data. Traço preciso e afiado. De uma sensibilidade cromática marcante, especialmente em suas gravuras coloridas."
"O trabalho de Zico Priester é variado, assim como suas paixões: São Paulo, Manaus, Florianópolis, Joinville, de mecânica de carros, a barcos, suas filhas, músicas, sua flauta e mais recentemente seu violão. Suas telas, suas gravuras, seus trabalhos em madeira, suas charges, e sim sua arquitetura. Um artista refinado, crítico, de humor ácido, às vezes leve, às vezes com linhas duras, às vezes erótico, muitas vezes colorido noutras preto e cinza, artista que sintetiza em sua arte os amores e as paisagens que atravessam sua vida. Não há um Zico Priester, o que há é um artista em pleno movimento."
"Em todas as fases de minha existência eu sempre fui atraído pelo que me surpreendeu, fossem fatos, coisas ou pessoas. Zico Priester se enquadra nessa terceira categoria: uma pessoa surpreendente. Tenho o privilégio de conhecer os três "Zicos": o arquiteto brilhante, o artista plástico criativamente engajado e, por fim, o músico sensível e de extremo bom gosto. Nosso primeiro contato foi num ambiente que respirava arte, o Teatro Experimental do SESC, o célebre TESC, que nos anos 70 conseguia projetar a incipiente cultura amazonense para todos os cantos do país, apesar dos rigores dos anos de chumbo. Dali nasceu uma amizade real e perene, embalada sobretudo por música. Era quase religioso o nosso compromisso das manhãs de sábado, em seu escritório de arquitetura da Rua Recife. Eu com o violão, ele com a flauta, viajando por horas e horas em solos e harmonias, unidos por uma única motivação: tocar sem qualquer compromisso além do simples prazer de tocar. Dessa saudável ausência de compromisso surgiu nossa única parceria musical, o baião-fluvial "Rodopio", que outro parceiro, Natan Jr., colocou letra – e anos depois eu gravaria em meu primeiro álbum, "Porto de Lenha", em dueto com Claudio Nucci. Não preciso de qualquer esforço para afirmar que Zico Priester é uma das criaturas mais relevantes que compõem a minha história. Zico é capaz – como poucos ou talvez ninguém – de sacrificar um projeto original de sua arquitetura para não mutilar um braço de árvore que "invadiria" sua varanda. Capaz de desenhar uma enorme rachadura na parede da sala só para observar, com bom-humor, os sorrisos surpresos de quem contempla intervenção artística tão inusitada. Este é meu amigo José Carlos Lepper Priester. O multimidia (antes da internet), o visionário, o imprevisível, o transgressor do pincel, da caneta e da flauta. Este é o surpreendente Zico Priester. Adoravelmente surpreendente!"
"Tive o prazer de conhecer José Carlos Lepper de Campos Priester, o Zico, quando ele ainda era estudante de arquitetura na Faculdade de Arquitetura do Mackenzie. Conheci-o, porque passei a namorar a irmã dele, Maria Tereza, com quem me casei dois anos depois, em 1963. Tenho, portanto, uma convivência com o Zico de mais de 65 anos. Uma vida toda! Sempre foi uma personalidade marcante, sempre bem-humorado, inteligente, espirituoso e competente. Acompanhei sua carreira como arquiteto. Primeiro na renomada Construtora Christiani & Nielsen e depois como independente. O projeto da própria casa, foi marcante. Zico evoluiu também em outras áreas. Passou a ser um excelente fotógrafo, captando imagens preciosas, além disso, passou a trabalhar com o pincel. Tenho até hoje uma formidável gravura que ele fez da minha primeira filha, Cristina, partindo de uma fotografia. Não contente com essas competências todas, evoluiu com músico, tocando violão e tornando-se um excelente flautista. Zico é uma pessoa admirável, que nunca perdeu o bom humor, transbordando de criatividade. Merece ser visto e respeitado!"
Cada obra é única.
Valores variam conforme técnica, tamanho e raridade. Parcelamento e envio combinados diretamente com a curadoria do artista. Cada peça acompanha certificado assinado.
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